domingo, 12 de setembro de 2010

O Brasil ainda é um campo missionário

Por Renato Vargens1

Brasil 2O Brasil é considerado o maior país espírita do mundo com 95 milhões de praticantes. Nosso país é o terceiro país em número de Testemunhas de Jeová, e que cada casa já foi visitada pelo menos uma vez por seus adeptos, ensinando falsas doutrinas aos nossos vizinhos, que nunca evangelizamos. Os mórmons consideram seu crescimento no Brasil um dos seus maiores sucessos. Eles cresceram mais de 50% (aproximadamente 250.000) nos últimos dez anos. As religiões orientais, como o islamismo e o budismo, já atraíram mais de 2 milhões de brasileiros de todas as classes sociais e continuam se expandindo rapidamente. O islamismo por exemplo já conta com quase 300 mesquitas em todo o Brasil, e o budismo que recebeu recentemente seu maior missionário, o Dalai-Lama, está construindo no Rio Grande do Sul o maior monastério budista da América Latina, e tem conquistado na classe artística seus maiores simpatizantes e discípulos. Os cultos afro-brasilleiros, como candomblé, umbanda, quimbanda e outros mais também se espalham por todo o território nacional como religião alternativa. Segundo estimativas, a maioria dos brasileiros, se não praticantes, já procuram os serviços desses feiticeiros chamados pais e mães-de-santo, em algum momento de sua vida.

A pergunta é: O que temos feito diante disto? Temos anunciado o Evangelho integral de Cristo Jesus ou temos andado preocupados com a nossa satisfação e realização pessoal?

Caro leitor, meu coração fica profundamente angustiado em saber que milhões de pessoas estão perdidas e cegas, servindo a falsos deuses. De fato, os campos estão brancos, o que nos mostra a imperiosa necessidade de anunciarmos o Evangelho de Cristo a essa sociedade  sem rumo e esperança.

Pense nisso!

1 Conferencista Internacional e escritor, diretor da Scrittura Produções, colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes, e Pastor Presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói/RJ.

Fonte: http://renatovargens.blogspot.com/2010/09/o-brasil-ainda-e-um-grande-campo.html

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Os dez piores livros do mundo evangélico

Gutierres Fernandes Siqueira*

Escrevo este post sobre, na minha opinião, aqueles que foram os dez piores livros que fizeram (e fazem) sucesso no cenário evangélico brasileiro. Não escrevo com o intuito de proibir a leituras dessas obras, logo porque não tenho poder para isso e nem cultivo essas pretensões autoritárias. Sou contra Index Librorum Prohibitorum (Lista de Livros Proibidos) e acho que devemos ler esses textos para ver o nível de baboseira que os evangélicos já produziram.

Revelação1. “A Divina Revelação do Inferno”, de Mary Baxter (Danprewan Editora)

Quando as pessoas vão descobrir que a única “divina revelação do inferno” já está na Bíblia e que não precisamos de acréscimos? O evangélicos ainda correm grandes riscos acreditando em revelações extrabíblicas.

Orixás 2. “Orixás, Caboclos e Guias”, de Edir Macedo (Editora Gráfica Universal)

É a velha ladainha de uma “teologia” criada a partir de experiências pessoais e conversas com demônios. Coisa no mínimo estranha! Será que o Edir Macedo não foi possuído por algum demônio do aborto?

 

ele veio 3. “Ele Veio Para Libertar os Cativos”, de Rebeca Brown (Editora Dynamus)

Um livro escrito por uma pessoa desequilibrada emocionalmente, segundo os seus próprios médicos, e que deixou muita gente de mesma forma.

 

há poder 4. “Há Poder Em Suas Palavras”, de Don Gosset (Editora Vida)

É a velha tese da “confissão positiva”, sendo uma mistura das heresias da Ciência Cristã com psicologia de quinta e exegese de vigésima categoria.

 

nome 5. “O Nome de Jesus”, de Kenneth Hagin (Graça Editorial)

Esse é o clássico da confissão positiva e das baboseiras saídas da mente fértil de Hagin. Distorce a redenção de Cristo, cria uma fé na fé, usa metodologia da Ciência Cristã e baseias seus ensinos em uma suposta conversa com o próprio Jesus Cristo. Uma verdadeira tragédia.

 

 

bom dia 6. “Bom Dia, Espírito Santo”, de Benny Hinn (Bom Pastor Editora)

Novas revelações são o que não falta nesse exótico livro de Benny Hinn. Aquilo que Deus esqueceu de mencionar na Bíblia, certamente lembrou com os dotes literários de Hinn. Nesse livro é que o Marco Feliciano aprendeu a jogar paletó “ungido” na plateia estérica.

 

dake 7. “Bíblia de Estudo Dake”, de Finnis Dake (CPAD e Editora Atos)

Sem comentários, aliás, são mais de dez mil comentários de um teólogo (teólogo?) que interpretou a Bíblia literalmente até em textos claramente alegóricos. Benny Hinn ensinou, no livro mencionado acima, que o Espírito Santo tem um corpo e depois revelou que aprendeu com a Bíblia Dake. Nessa Bíblia sobram especulações, mas hermenêutica e exegese que é bom... Como informado pelo blogueiro Judson Canto, a CPAD aparentemente desistiu da publicação. (Leia aqui.)

 

190x190_8573671807 8. “A Quarta Dimensão”, de Paul Yonggi Cho (Editora Vida)

Poder criativo da palavra falada, ou seja, confissão positiva é um dos conceitos presentes no pastor coreano Cho. Outro conceito é a tal visualização de bênçãos. Ideias que parecem saídas daquele livrinho horrível chamado “O Segredo”.

 

cura 9. “Cristo, Aquele que Cura”, de F. F. Bosworth (Graça Editorial)

Esse livro introduziu uma ideia maldita no pensamento evangélico: toda doença é demoníaca para Bosworth. Assim, hoje muitos doentes sofrem pela enfermidade em si e ainda sofrem com o peso psicológico da suposta possessão de um demônio.

 

caris 10. “Carismáticos”, de John MacArthur Jr. (Editora Fiel)

Esse livro é de uma linha totalmente diferente dos citados anteriormente, mas não deixa de ser menos falacioso. Seu autor, MacArthur, mostrou um tremendo desconhecimento do pentecostalismo ao escrever esse livro. Ah, talvez ele pensasse que Benny Hinn fosse representante dos pentecostais. É a famosa “falta de honestidade intelectual”. Resumindo: o livro é o velho cessacionismo fundamentalista que não procurar entender o mínimo da teologia pentecostal. Assim ele cometeu várias injustiças. Peço perdão ao MacArthur por colocá-lo na mesma galeria de Benny Hinn ou Bosworth, mas falácia é sempre falácia.

* Bacharelando em Comunicação Social – Jornalismo, e professor de Escola Bíblica Dominical na igreja Assembleia de Deus em São Paulo/SP, na congregação do bairro Jardim das Pedras.

Fonte: http://teologiapentecostal.blogspot.com/2010/09/os-dez-piores-li vros-do-mundo.html (1ª parte); e http://teologiapentecostal.blogspot. com/2010/09/os-dez-piores-livros-do-mundo_06.html (2ª parte)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

‘Bispo’ Edir Macedo e seu apoio ao aborto

Resposta ao recente pronunciamento do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, em favor do aborto como método de planejamento familiar. Seria Jesus favorável ao aborto, como declara Macedo?

domingo, 5 de setembro de 2010

O PROCESSO DA SANTIFICAÇÃO

Antônio Carlos Costa

Há evangélicos que infelizmente criaram um conceito de graça dentro do qual não cabe a doutrina da santificação. Tudo o que enfatizam é o amor perdoador de Deus. Não fazem menção do seu amor transformador. Falam de um Deus que no livra da culpa do pecado, mas não da escravidão do pecado. A promessa do evangelho, porém, envolve ambas as bênçãos: "dos seus pecados não mais me lembrarei, e lhe darei um coração novo". (cf. Hebreus 8:10-12; Ezequiel 36:26-29)

Foge à minha compreensão, como um pessoa pode dar-se por satisfeita por Cristo ter morrido pelos pecados dela, mas não se indignar com a presença em sua vida do pecado que levou Cristo à cruz. Ora, meu problema não é apenas o da culpa da qual quero me curar, mas de uma servidão da qual quero me libertar. Não devemos nunca nos deixar viciar por um perdão que nos conduz a sermos malvados porque Deus é gracioso.

O que é a santificação? Vamos às afirmações básicas:

1. Santificação é processual. A regeneração, justificação e adoção são instantâneas. A santificação resulta da operação diária do Espírito Santo na vida do convertido, mediante a qual sua vida dia após dia é tornada semelhante a Cristo.

2. Santificação resulta de trabalho duro. Quem quer ser santo deve separar tempo para isso. Nenhuma passagem bíblica nos estimula esperarmos pela experiência da benção da santificação, mas fazermos o que estiver ao nosso alcance -pela graça divina- para que Cristo seja formado no nosso ser. Ninguém é tornado santo sem disciplina de vida de oração, leitura das Escrituras, comunhão com a igreja.

3. Santificação tem Cristo como referência. Ser santo é ser tornado parecido com Cristo. Não é ser batista, presbiteriano, pentecostal, evangélico, católico. É ser como Cristo. Um Cristo que não cabe em nenhuma tradição de espiritualidade.

4. Santificação é aprender a amar. Nada é mais importante do que isso. É ser doce e desejar a Deus. 

5. Santificação é obra a ser consumada no céu. Aqui na terra vem sempre acompanhada de muita imperfeição. Por isso, quem anda pela senda da santificação é humilde de espírito, chora pelo seu pecado, é manso e tem fome e sede de justiça.

6. Santificação é obra que tanto conduz à ética privada, quanto produz espírito público. É impossível dissociar, por exemplo, o bom pai e membro de igreja do bom cidadão. Como essa pessoa pode amar sua família, querer o bem da sua igreja e menosprezar a dor do que é explorado, vive na miséria e tem seus direitos violados todos os dias?

Sem santificação ninguém verá a Deus. O tema é sério. A maior evidência de novo nascimento é a presença de um coração santo que produz hábitos santos. A graça que garante a regeneração do coração e consequente implantação de um princípio novo de vida, inevitavelmente levará ao que dela foi objeto à prática do cristianismo. Praticar a verdade é a principal parte do cristianismo. Pelo fruto se conhece árvore.

Fonte: http://palavraplena.typepad.com/accosta/2010/09/sem-ela-ningu%C3%A9m-ver%C3%A1-a-deus.html

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Igreja local: gente para sofrer junto

Jeff Lacine | Traduzido por Daniel TC – iPródigo

Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha, para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros. de maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele…” (1 Coríntios 12:24-26)

Em março de 2008 minha esposa quase perdeu sua vida dando à luz a nossa segunda filha. Ela estava sofrendo uma dor insuportável enquanto os médicos tentavam rapidamente parar a hemorragia. Quatro transfusões de sangue não foram o suficiente para recuperar os três litros e meio de sangue que ela perdia.

Levaram-na às pressas para uma cirurgia de emergência. Eu não tinha certeza se eu chegaria a vê-la novamente, deste lado da eternidade. Enquanto eu caminhava ansioso na sala de espera com minha criança recém-nascida eu vi meu pastor entrando pela porta. Ele viajou bem mais de uma hora para me abraçar na minha dor, para orar por mim e ler uma passagem das Escrituras para mim. Outro amigo nosso veio e orou a noite toda. Dúzias de pessoas da igreja nos visitaram e nos trouxeram refeições.

Algumas semanas depois minha esposa teve uma perda de sangue pós-parto e precisou de mais duas transfusões e outra cirurgia. Ela levou meses para se recuperar. Foi uma época extremamente difícil para nós, mas a igreja estava lá para sofrer conosco. Nós não estávamos sofrendo sozinhos.

Embora os cristãos sofram, na igreja local eles sofrem juntos. Foi desta forma que Deus projetou. Da mesma forma que Cristo entrou em um mundo de sofrimento e ministrou a nós, nós também devemos entrar no sofrimento uns dos outros.

Sofrer com um crente é uma experiência completamente diferente de sofrer com um incrédulo. Crentes servem para nos lembrar da imutável esperança firmada na fidelidade de Jesus Cristo. Cristãos podem dividir profundamente a dor uns com os outros de uma forma que isso venha a nutrir uma imensa esperança.

Dê-se à igreja local para sofrer com aqueles que estão sofrendo, e permita que outros venham ficar ao seu lado em seu sofrimento.

Fonte: http://iptubarao.wordpress.com/2010/09/02/igreja-local-gente-para-sofrer-junto/

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ariquemes terá Bíblia completa em braile

O conjunto de 38 volumes, editado pela Sociedade Bíblica do Brasil, estará disponível para os frequentadores da Biblioteca Municipal local.  A entrega acontece no Setor Institucional.

No dia 03 de setembro, a Sociedade Bíblica do Brasil fará a entregará de mais uma Bíblia completa em braile. Desta vez, a instituição beneficiada será a Biblioteca Municipal de Ariquemes (RO), que receberá o conjunto de 38 volumes durante evento programado para as 19h30, no Setor Institucional, região central da cidade. Além da versão em braile, a Biblioteca também receberá a Bíblia completa em áudio, assegurando a seus frequentadores o acesso ao livro mais lido de todos os tempos.

Com um trabalho pioneiro de publicação da Bíblia em braile completa na língua portuguesa, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) tem conseguido marcas expressivas na distribuição da obra para bibliotecas e instituições que atendem a deficientes visuais em todo o Brasil. Desde 2002, ano em que implantou a imprensa braile em sua Gráfica, até agosto deste ano, a entidade contabiliza a entrega de 61 Bíblias em braile completas, em 19 estados brasileiros e no Distrito Federal. “Abastecer bibliotecas com a Bíblia em braile é dar oportunidade a várias pessoas com deficiência visual de ter acesso à Palavra de Deus, já que um único exemplar pode ser compartilhado de forma democrática por vários leitores”, afirma o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert, enfatizando que, devido ao alto custo da publicação, para alcançar a totalidade desta população a SBB tem empreendido grande esforço no sentido de que a Bíblia em braile esteja disponível em todas as bibliotecas públicas do País.

Composta por 38 volumes, a Bíblia completa em braile é produzida pela Sociedade Bíblica do Brasil, na Imprensa Braille, integrada à Gráfica da Bíblia – localizada na Sede Nacional da entidade, também no município de Barueri. Com texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, uma tradução que adota estrutura gramatical e linguagem mais próximas da falada pelo brasileiro, foi idealizada com o objetivo de ser mais acessível à maioria das pessoas com deficiência visual, alfabetizadas em braile.

Os volumes da Bíblia em braile são fornecidos gratuitamente pela Sociedade Bíblica do Brasil aos deficientes visuais cadastrados no programa A Bíblia para a Pessoa com Deficiência Visual, desenvolvido pela SBB há mais de 15 anos. Ao ampliar a oferta de literatura bíblica em formato adequado para esse público, o programa tem contribuído no processo de inclusão social, desenvolvimento cultural, amparo espiritual e na reabilitação das pessoas com deficiência visual.

Entrega da Bíblia completa em braile para a Biblioteca Municipal de Ariquemes
Data: 03 de setembro de 2010
Horário: 19h30
Local: Centro Administrativo Dr. Carpinteiro – Av. Tancredo Neves, 2166, Setor Institucional, Centro – Ariquemes – RO

A SBB – A Sociedade Bíblica do Brasil é uma organização sem fins lucrativos, de natureza filantrópica, assistencial, educativa e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia Sagrada, um verdadeiro manual para a vida, que promove o desenvolvimento espiritual, cultural e social do ser humano, provocando, assim, a transformação daquele que com ela entra em contato. Para cumprir a missão de distribuir, de forma relevante, a Bíblia a todas as pessoas, desenvolve programas de assistência social e espiritual em todo o País. Fundada em 1948, construiu sua trajetória com base na missão de "promover a difusão da Bíblia e sua mensagem como instrumento de transformação espiritual, de fortalecimento dos valores éticos e morais e de incentivo ao desenvolvimento humano, nos aspectos espiritual, educacional, cultural e social, em âmbito nacional”.

A SBB oferece o texto bíblico em diferentes formatos, buscando atender às necessidades específicas dos mais variados públicos. Em seu trabalho social, a SBB procura levar as Escrituras especialmente para as populações em situação de risco social, espalhadas por todo País. Entre os públicos contemplados pelas ações da organização estão os ribeirinhos da Amazônia, detentos, enfermos hospitalizados, pessoas com deficiência visual e estudantes. Para 2010, a SBB prepara-se para levar a Palavra de Deus a outro público especial: o das pessoas com deficiência auditiva, por meio da produção do texto bíblico em Libras (Língua Brasileira de Sinais).

A SBB faz parte das Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), uma aliança mundial fundada em 1946 com o objetivo de facilitar o processo de tradução, produção e distribuição das Escrituras Sagradas por meio de estratégias de cooperação mútua. As SBU congregam 147 Sociedades Bíblicas, atuantes em mais de 200 países e territórios. Essas entidades são orientadas pela missão de promover a maior distribuição possível de Bíblias, numa linguagem que as pessoas possam compreender e a um preço que possam pagar.

Fonte: http://quetila.blogspot.com/2010/09/municipio-de-ariquemes-ro-tera-biblia.html

O “Pai Nosso” dos Teólogos da Prosperidade

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Pai nosso, que estais nos céus,
Comercializado seja o Vosso Nome.
Venha a nós muito dinheiro.
Seja feita a nossa vontade:
Mansões na terra e um lar no céu.

O milhão nosso de cada dia, nos dai hoje.
Perdoai as nossas dívidas,
Assim como nós as cobramos dos nossos devedores.
Não nos deixeis cair em nossas armações,
Mas livrai-nos do fiscal.

Porque este reino, e este poder,
São a nossa glória para sempre.

Amém, pessoal?!? Amém.

Maranata!